Por que "A Família do Futuro"?

Minha foto
Singapore
O nome do Blog surgiu de uma brincadeira, pois é muito curioso pensar que estaremos fisicamente onze horas à frente de nossa terra natal. Em Singapore, teoricamente, tudo ocorre primeiro que no Brasil. Aqui tentaremos ser cronistas de nós mesmos, interpretando o mundo à nossa volta em palavras simples e diretas. Mostraremos as aventuras de Marco, Ro, Carol, Bernardo, Beatriz e Eduardo em terras distantes. Rev3: Durante o tempo de existência desse blog, esta introdução foi alterada 2 vezes por incremento de novos integrantes.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Bernardo - Troublemaker


Nossos finais de semana são dedicados para curtir e brincar com os filhos. Usualmente descemos e ficamos na piscina do condomínio.
Exceto e Beatriz, por ser pequena, a Carolina e o Bernardo fizeram amizade com outras crianças da mesma faixa etária.
A Carolina geralmente brinca com outras meninas italianas, inglesas ou indianas.
O Bernardo brinca com dois garotos italianos. Um deles exatamente da mesma idade.
Há alguns domingos atrás eu desci com eles no finalzinho da tarde para um breve passeio de patinete. O combinado era que eu ficasse com eles, o tempo suficiente para a Rosangela preparar o jantar.
A Carolina logo engatou a brincar de pega-pega (catch) com outra meia dúzia de crianças e o Bernardo encontrou o amigo italiano.
Enquanto a Carolina já consegue interagir em inglês, sem nenhuma dificuldade ou problema, o Bernardo, por ainda não freqüentar nenhuma escola ou aulas de inglês, tem dificuldade para se comunicar. A gente se divirte em observar o processo de comunicação que ele utiliza (e os outros garotinhos também). Um falando em italiano misturado com inglês, o outro falando em português. E vai que vai – a gente fica assistindo e rachando o bico.

Voltando para a cena de domingo. Eu engatei uma conversa com uma família de amigos e deixei o Bernardo brincando de “carrinho” com o outro menino. Dentro do meu campo de visão.


Esses da foto são os dois protagonistas desse post: Bernardo e Camillo brincando como toda criança. Tirei esta foto uns minutos antes deles fazerem a arte.
  


- Um deve estar falando pro outro: Orra meu! O que que nóis podemu fazê para ferrar com vida do meu pai, hein meu!
Conversa vem, conversa vai, quando me dei conta já estava na hora de subir e comecei a procurar o Bernardo. Foi então que percebi que ele já não se encontrava mais nos arredores.
Aqui não tem o sentimento de insegurança que existe no Brasil. Então fiquei calmo e, caminhando, fui procurar o pivete.

No nosso condomínio há 3 lugares que ele gosta de brincar: a piscina, o playground e uma espécie de viveiro (aquário) de peixes ornamentais.
Procurei nesses três lugares e nenhum sinal deles.
Já um pouco mais preocupado, apertei o passo e me dirigi ao calçadão que ele costuma correr com o patinete. Novamente nada.
Agora já preocupado, voltei para a piscina e comuniquei o fato para a mãe do Camilo, italiana, que prontamente saiu da piscina. Ela foi para um lado e eu para outro.
Alguns poucos minutos depois retornamos no mesmo local. Um olhou para outro com cara de vazio. Nada de novo.Aí bateu o desespero.

Os italianos moram no 10.o andar e da janela deles tem-se uma boa visão do condomínio. Liguei para o pai do garoto que estava em casa e pedi auxilio. Alguns minutos depois, ele veio se juntar ao nosso grupo de busca, pois não conseguira encontrar nada.
Também se juntou ao nosso grupo alguns seguranças do condomínio, porteiros e faxineiras. No caso deles todos equipados com lanternas e walkie-talkies.

Depois de um par de minutos, que pareceu uma eternidade, a Rosangela me ligou.
Pensei duas coisas: ou ela conseguiu visualizar os dois do nosso apartamento e quer me avisar; Ou vai me comer o rabo por estar atrasado para o jantar e deixar a comida esfriar. Ainda completei: Putz ainda vou tomar outra enrabada por ter “perdido” o moleque.
Quando atendi ao telefone ele mal conseguia falar. Somente disparava gargalhadas.
Resumo final: Ela percebeu e estava visualizando toda a movimentação, logo não teve duvidas do que estava acontecendo. Enquanto ela assistia o espetáculo de pais correndo pelos jardins e garagens do condomínio, ela escutou vozes cantando do lado de fora do apartamento, vindos da direção do elevador.
Ao abrir a porta deu de cara com os dois, brincando de gritar e cantar no corredor do andar, pois ocorre um efeito de reverberação e eco. O Bernardo adora escutar a voz dele ecoando nos ladrilhos.
Os dois, de alguma maneira, conseguiram adentrar ao prédio sem as chaves – há uma porta eletrônica, o qual somente abre com chave ou senha. Chamaram o elevador sozinho e souberam operá-lo, indo parar no nosso andar.

A Rosangela chorava de rir e não conseguia completar as frases. Eu ficando nervoso, não sabendo se ela estava histérica ou ironizando tudo. Enfim....

O resgate foi pago e os abduzidos retornaram ao planeta Terra novamente.

Mais um caso nervoso que serve para a gente lembrar e dar risada.

OS: No final, depois de conseguir controlar as gargalhadas, como não poderia ser diferente, tomei aquela carcada pelo telefone por ter deixado o moleque sozinho.
Agora vamos colocar coleira nele, e serviu de lição que com eles não se pode bobear um segundo.

Muzika:
Adoro essa banda. Canções simples, idiotas e divertidas. O nome da muzika diz tudo.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

K Pop


Para fechar os posts coreanos, encerro com essa: K Pop

Talvez você não saiba. Mas há uma febre musical de boy band coreanas, que invadiu todos os paises da Ásia.
Mesmo sem compreender uma palavra sequer, os chineses, indonésios, sinpapurianos e o raio que o parta, amam essas bandas.
Você certamente já viu ou ainda vê algumas “boy bands” dos USA ou Inglaterra. Geralmente são compostos de 4 ou 5 garotos, com roupas modernas, bonés na cabeça, e cantam e dançam ao estilo Michel Jackson.
O interessante do K Pop (ou Korean Popular Music) é que a maioria das bandas famosas é formada por garotas adolescentes.
Por serem produzidas e artificiais comumente emplacam uma ou duas musicas e depois desaparecem do mapa – puro entertainment. Vida efêmera.
Entretanto, os mais populares e consolidados grupos já estão fazendo sucesso na Inglaterra e ganhando espaço na costa Oeste americana. Não se impressione se seu filho ou sobrinho pré-adolescente estejam dançando as mesmas musicas.
Globalização ou putrefação mental universal?
Para quem me conhece, sabe que eu adooooro esse tipo de muzika. Mas eu acho isso muito curioso:

Quer ver mais? O nome dessa banda é 21 (twenty one, entendeu a sacada?). Isto é uma merda mesmo, somente coloquei para vc perceber que a crise é global e generalizada.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Update - Agosto


Longe de casa novamente.
Tempo para escrever e colocar o blog em dia.
E olha que tem muito assunto, fica até difícil definir o tema.

Ah!!! Não poderia deixar Agosto sem branco.
Então vamos lá.