Por que "A Família do Futuro"?

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Singapore
O nome do Blog surgiu de uma brincadeira, pois é muito curioso pensar que estaremos fisicamente onze horas à frente de nossa terra natal. Em Singapore, teoricamente, tudo ocorre primeiro que no Brasil. Aqui tentaremos ser cronistas de nós mesmos, interpretando o mundo à nossa volta em palavras simples e diretas. Mostraremos as aventuras de Marco, Ro, Carol, Bernardo, Beatriz e Eduardo em terras distantes. Rev3: Durante o tempo de existência desse blog, esta introdução foi alterada 2 vezes por incremento de novos integrantes.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Colocamos os pés na Alemanha - parte II

Assim que desembarcamos já podemos perceber as diferenças entre o aeroporto daqui e o de “Bagulhos”.
Primeiro você sai do finger e já dá de cara com elevadores e escadas rolantes. A cadeirinha do Beco foi entregue a nós bem na saída, praticamente na porta da aeronave.
A primeira coisa que se pensa é “Ufa”, chegamos bem. Trecho 1 completo.
O aeroporto de Frankfurt é um dos maiores da Europa, sendo um importante hub para se fazer conexão com outros países e companhias aéreas. E acima de tudo é muito moderno. Uma arquitetura imponente, muito clean e espaçoso.
E você sai por enormes corredores limpos e claros, passando por portas automáticas de segurança. Quando pensamos em parar já estávamos longe da aeronave. Beco apresentava seu famoso odor pós defecação (o mais incrível é que ele não fez nada durante o voo – pelo menos isso ele ajudou a compensar a canseira). Já logo no corredor havia um banheiro berçario. Fizemos nosso pit stop.
Quando estávamos chegando na imigração, fiz um rápido check list na cabeça e me lembrei que havia esquecido uma bolsa dentro do avião – a malinha que tinha todas as mamadeiras e as porções de leite em pó separadas – a Val e Marcelo irão se lembrar dessas porções, pois foram deles a idéia de separar o leite em pó em sachês e foi a Val que ajudou a fazê-los.
Para não ter que ficar toda hora abrindo o compartimento de bagagem, decidi deixar a malinha no chão, bem atrás da minha poltrona. Lembrem-se que atrás de mim havia uma parede...
Tentei voltar correndo, mas como escrevi anteriormente, havia as portas de segurança e como o próprio nome diz, elas são realmente de segurança. Lógico que não iria abrir, principalmente pensando que eu estava tentando abri-la pelo lado contrário de quem sai. E como ali era um terminal de chegada, era como se eu estivesse na contramão. Fiquei ali parado alguns segundos, pensando no que fazer. Nenhuma alma viva por perto. Tentei forçar a porta e nada. Bem, o jeito era ir até um balcão da companhia e pedir ajuda.
Passamos fácil pela imigração. O agente não perguntou nada. Olhou os passaportes e botou o carimbo.
Já do lado de fora, fui até o balcão da Lufthansa e pedi ajuda. O máximo que puderam fazer foi me dar um email para eu escrever e solicitar a guarda da bolsa em caso de alguém encontrar. Pediram para depois ir ao Lost and Found (Achados e Perdidos).
A sorte é que as mamadeiras que foram usadas durante a noite estavam comigo na mochila. Vamos apostar na sorte e checar se encontramos na nossa saída para Cingapura.

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